Como integrar o iFood ao seu PDV (e por que fazer isso)
Digitar pedido do iFood no PDV é convite para erro. Entenda como funciona a integração e o que muda na cozinha, no caixa e no fechamento do dia.
DeliveryTrabalhar com iFood sem integração é como ter dois restaurantes rodando ao mesmo tempo: um no salão, outro num tablet à parte. O operador precisa olhar o iFood, confirmar o pedido, digitar de novo no PDV e mandar para a cozinha. No pico de sexta, é onde os erros começam.
O que integração resolve
- Pedido cai direto no KDS. Sem digitar de novo, sem esquecer.
- Cardápio único. Muda no PDV e vale para o iFood — sem cadastro duplicado.
- Estoque bate. Baixa automática quando vende, aviso de "esgotou" para o app.
- Faturamento consolidado. Vendas do salão, delivery próprio e iFood no mesmo relatório.
- Fechamento sem planilha. Repasse do iFood conferido contra o que foi vendido.
Como funciona por trás
A integração usa a API oficial do iFood. Assim que o cliente confirma o pedido no app, ele aparece no seu sistema em segundos — na mesma tela dos pedidos do salão. A confirmação, o "pronto" e o "saiu para entrega" também são enviados de volta para o iFood.
E se o cardápio for diferente no iFood?
Não precisa ser igual. Você pode ter itens exclusivos do delivery, preços diferentes (com a taxa do app embutida) e categorias específicas — tudo controlado no mesmo backoffice. O que muda é a apresentação; a base é única.
E Rappi, 99Food, Uber Eats?
A lógica é a mesma. Um bom sistema conecta com os principais marketplaces e permite gerenciar todos por uma tela só. No Foome, integramos os aplicativos ativos no Brasil e ajudamos a configurar cada um.
Vale a pena mesmo pagando comissão?
O iFood traz cliente novo — é o shopping do delivery. O erro é depender só dele. A estratégia que funciona é: usar o iFood para atrair, mas ter o seu delivery próprio e o WhatsApp para o cliente fiel voltar sem comissão.
Integrar é o primeiro passo para tirar caos da operação. Depois, é decidir para onde direcionar cada cliente.



